Posts Tagged ‘florianopolis

27
jun
13

“MAKING OF” DOS ILUMINADOS

Caros amigos

Aqui neste vídeo, dirigido por Felipe Queriquelli e editado por Rodrigo Ferrari, vocês podem ver um pouco do making of do projeto “Iluminados, personagens da Ilha de Santa Catarina”, trabalho contemplado com o Prêmio FUNARTE Marc Ferrez em 2012 e que resultou numa exposição no Museu de Arte de Santa Catarina em 2013.

https://vimeo.com/67097012

Neste outro vídeo produzido pelo artista Diego de Los Campos vocês podem ver um depoimento meu sobre o trabalho e imagens da exposição.

 

18
jun
13

OS ILUMINADOS PASSARAM PELO MUSEU

A exposição “Iluminados, personagens da Ilha de Santa Catarina” encerrou neste último domingo 16 de junho de 2013 sua passagem pelo Museu da Arte de Santa Catarina, no Centro Integrado de Cultura de Florianópolis. Foram três semanas de exibição para um público de aproximadamente mil e quinhentas pessoas, além de estudantes de várias escolas e universidades.

Na noite da abertura um público de aproximadamente duzentas pessoas prestigiou a exposição. Houve um abertura solene com a presença do presidente da Fundação Catarinense de Cultura, Sr. Joceli de Souza, além de representantes da ASBEA, Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura, que abria também a sua mostra na mesma noite. A Banda da Lapa, grupo centenário do Ribeirão da Ilha, animou o evento com retretas e o tradicional Rancho de Amor à Ilha.

O projeto foi contemplado com o Prêmio FUNARTE Marc Ferrez em 2012. Confiram abaixo as fotos de Guaraci Cabrera e a repercussão na imprensa local e nacional.

16
mai
13

Vencedor do Prêmio Marc Ferrez, fotógrafo Zé Paiva expõe no MASC

Os “Iluminados”, do fotógrafo Zé Paiva, terão seu espaço no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em Florianópolis, a partir de 22 de maio. A exposição, vencedora do XII Prêmio Marc Ferrez de Fotografia promovido pela Fundação Nacional de Artes (FUNARTE), permanecerá no local até 16 de junho, com visitação gratuita. Paralelamente, o fotógrafo participará de bate-papo com o público (dia 28 de maio, às 19h) e ministrará um workshop (dia 29 de maio, das 19h às 22h).

Alecio  dos Passos

Sob curadoria de Denise Camargo, o projeto “Iluminados – Personagens da Ilha de Santa Catarina” mostra uma visão pessoal de Zé Paiva sobre os personagens inseridos em seus contextos de trabalho, alguns deles já conhecidos do grande público. Em comum entre essas pessoas estão suas ricas histórias de vida e o grande conhecimento de algum campo particular da cultura florianopolitana.

Polo Cabrera

“Zé Paiva compõe com rastros de luz. São eles que iluminam as histórias destes homens e mulheres marcados por seus ofícios. Nesta exposição, ele se embrenha também pelo cúmplice exercício de temporalidade na fotografia. E, entre poses e cenários, constrói uma paisagem para seus olhos e para os nossos”, define a curadora.

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Fazem parte da exposição 20 retratos e um autorretrato em formato backlight (fotografias montadas em caixas de luz), que serão expostos em uma sala na penumbra. A intenção do autor é trazer ao público a reflexão acerca da objetividade da imagem, já que os registros tiveram interferências do artista no cenário e na gestualidade da iluminação tipo lightpainting (pintura de luz com uma lanterna). Durante a exposição, será exibido o vídeo produzido pelo cineasta Felipe Queriquelli, que mostra o making of do trabalho executado pelo fotógrafo.

Seu Zequinha - pescador da Costa da Lagoa

A concepção da mostra partiu do trabalho realizado por Zé Paiva para a disciplina Imagem e Comunicação, ministrada pela curadora e professora de pós-graduação em Fotografia da UNIVALI, Denise Camargo. Inspirado pelo livro “A fotografia entre documento e arte contemporânea”, do francês André Rouillé (Editora SENAC – 2009), o autor começou com uma série de autorretratos em pose frontal, usando roupa, fundo e cenários neutros. Iluminado por lightpainting, Zé quis mostrar como somente a iluminação já é capaz de dar subjetividade ao resultado final. “A partir daí, incentivado pela professora Denise, iniciei uma experimentação para construir uma série de retratos de personagens usando essa técnica, incorporando à imagem a contextualização dada pelo cenário doméstico de cada retratado”, complementa o fotógrafo.

autorretrato

Sobre Zé Paiva

José Luiz Martins Paiva, ou simplesmente Zé Paiva, trocou a engenharia pela fotografia após uma longa viagem pela Europa e norte da África, em 1983. Iniciou no fotojornalismo na sucursal do jornal O Globo. Mudou-se, então, para Florianópolis, onde, desde 1984, dirige sua empresa.

Aprimorou seus estudos em 1993 no International Center of Photography, em Nova Iorque. Em 2012, concluiu sua pós-graduação em Fotografia pela Univali. No meio acadêmico, atuou ainda como professor de Fotografia na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), na Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB) e na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Realizou exposições nas principais cidades do Brasil e recebeu diversos prêmios, entre eles o Raulino Reitz, da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina, em 2002, e menções honrosas no International Photo Awards, em Nova Iorque, em 2005, 2006 e 2012, e no Prix de la Photographie, em Paris, em 2007. Em 2009 foi selecionado para a coleção Pirelli/MASP de Fotografia. Em 2010 foi finalista do Prêmio Conrado Wessel na categoria ensaio fotográfico.

Teve trabalhos publicados em dezenas de livros, revistas e calendários. Em 2004, lançou o livro Santa Catarina – Cores e Sentimentos, pela Editora Escrituras. Concebeu e coordenou o projeto Expedição Natureza Santa Catarina, que resultou no livro lançado em 2005 pela editora Letras Contemporâneas. Em 2008, lançou o segundo livro do mesmo projeto, Expedição Natureza Gaúcha, em parceria com a Editora Metalivros. Em 2012 lançou o terceiro livro da série Expedição: A Natureza do Tocantins.

Atualmente, administra sua empresa, a Vista Imagens e ministra oficinas de fotografia.

Serviço:

O quê: Exposição Iluminados – Personagens da Ilha de Santa Catarina, de Zé Paiva

Onde: Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) – Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis/SC

Abertura: 22 de maio de 2013, às 19h.

Visitação: de 23 de maio a 16 de junho de 2013. De terça-feira a sábado, das 10h às 20h30min; domingos e feriados, das 10h às 19h30min.

Conversa com o artista: 28 de maio de 2013, às 19h, no MASC.

Workshop: 29 de maio de 2013, das 19h às 22h. Serão disponibilizadas 20 vagas gratuitas. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail mis@fcc.sc.gov.br

Informações: (48) 3953-2319/3953-2324

(Visitas mediadas devem ser agendadas com antecedência)

Entrada gratuita

Fernanda Peres

fernanda@fcc.sc.gov.br
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Av. Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis / SC
Telefone: (48) 3953-2354
Site: www.fcc.sc.gov.br
Facebook: www.facebook.com/FundacaoCatarinensedeCultura
Twitter: www.twitter.com/fccoficial


Zé Paiva

ze@vistaimagens.com.br
www.zepaiva.com.br
www.vistaimagens.com.br
fone 48 32697744
cel 48 8822 9660 (claro)
cel 48 9696 1900 (tim)

09
dez
12

lançamento do livro expedição natureza tocantins em floripa

Caros amigos, finalmente chega a Floripa, a terra que escolhi para viver e criar meus filhos, o meu mais recente livro: Expedição Natureza Tocantins.

Será terça-feira, dia 11 de dezembro, à partir das 19 horas, na Fundação Cultural Badesc. Haverá uma projeção de imagens, coquetel de boas vindas e sessão de autógrafos. Aproveitem pois estaremos vendendo o livro à um preço promocional de R$ 70 (30% de desconto). Este é o último lançamento do livro em 2012. Veja mais no blog do projeto (link a direita)

Espero por vocês!

EMailFLN

(48) 3224 8846
fundacaoculturalbadesc@gmail.com

Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro – Florianópolis-SC – CEP 88020-040

31
mai
12

Walmor, Riboud e a Maratona

Três exposições interessantes em Florianópolis, para quem reclama da falta de vida cultural na ilha:

“Você que faz versos” é o nome da exposição do artista plástico Walmor Corrêa, ilhéu (florianopolitano) radicado em Porto Alegre. Seu trabalho se caracteriza pelo diálogo entre as ciências naturais e a arte. O primeiro trabalho do Walmor que tive a chance de conhecer eram desenhos (pseudo) científicos de seres mitológicos (sereia, curupira e outros). Fiquei fascinado, pois o artista brincava com os limites entre a arte e a ciência, algo que sempre me interessou e inclusive permeia o meu trabalho pessoal. Depois disso vi a instalação “Biblioteca dos enganos”, na 7a Bienal do Mercosul em 2009, trabalho baseado em suposições equivocadas de um naturalista do século XIX.

“Você que faz versos” de Wamor Corrêa, no Museu Victor Meirelles

“Você que faz versos” de Wamor Corrêa, no Museu Victor Meirelles

“Você que faz versos” de Wamor Corrêa, no Museu Victor Meirelles

Neste trabalho atual, Walmor nos brinda com uma reflexão sobre nossa sociedade produtora de lixo, cenário habitado por ratos alados, deixando espaço para múltiplas leituras do espectador. No mínimo intrigante. Pássaros com cabeça de ratos ou ratos com corpos de aves? Seja como for, enquanto alguns exploram latões de lixo, outros observam tudo empoleirados em galhos metálicos.

No Museu Histórico de Santa Catarina (mais conhecido com Palácio Cruz e Souza) uma grande retrospectiva do mestre Marc Riboud. Um dos mais importantes fotógrafos da famosa agência Magnum, junto com Henri Cartier-Bresson e Robert Capa, Riboud trilhou uma carreira fotojornalística depois de abandonar um emprego como engenheiro (qualquer coincidência é mera casualidade).

Nigéria, 1960. No grande baile da independência, revela-se a elegância ancestral das fêmeas africanas.

Cuba, 1963.

Índia, 1971. Jovem mãe num campo de refugiados em Calcutá.

Holanda, 1994. Pensamentos estranhos em um canal holandês.

Touraine, 2001. Desenhos de pedras e galhos na neve.

Nesta retrospectiva podemos ver várias fases de sua longa carreira de mais de 50 anos de fotografia. É interessante observar que além de suas fotos mais conhecidas (que por isso mesmo não vou mostrar aqui), ele exibe nos últimos anos imagens com uma veia mais poética, talvez para compensar tantos anos de fotografia jornalística e documental. Me decepcionaram as fotos da favela da Maré, no Rio de Janeiro, que além de parecerem amadoras, foram expostas em tamanhos bem menores que as outras e montadas em molduras com quatro imagens, o que desvalorizou-as ainda mais.

Na galeria Pedro Paulo Vecchietti, da Fundação Cultural Franklin Cascaes, está a exposição fotográfica com os vencedores da Maratona Fotográfica 2012, da qual fui um dos jurados, juntamente com os fotógrafos Andréa Eichenberger e Sandro Sampaio, além dos técnicos da Fundação, Sulanger Bavaresco e Sérgio Belozupko. Dos 204 fotógrafos amadores e profissionais que participaram do evento nas modalidades digital e analógica, 25 foram selecionados – sendo três pelo conjunto de imagens e os demais por tema individual.

O desafio do concurso é fotografar em 24 horas 24 temas diferentes, que são divulgados somente no momento da maratona. As dificuldades dos participantes revelaram-se na nossa avaliação dos trabalhos, pois foi muito difícil encontrar fotógrafos que conseguissem cumprir todos os temas e além disso manter um nível de qualidade técnica e estética. O resultado disso foi que na modalidade digital tivemos somente dois premiados pelo conjunto, e na modalidade analógica somente um, quando na verdade haviam três prêmios possíveis em cada modalidade. Interessante num trabalho desses observar-se a grande variedade de linguagens e olhares, as vezes no trabalho de um mesmo fotógrafo.

Prêmio individual na categoria digital – Tema10 – Achados e perdidos – foto de Mitsue Yanai

Prêmio individual na categoria digital – tema 16 “Telas urbanas”, foto de Carolina Rogelin

Prêmio individual na categoria digital – tema 20 “Dando visibilidade”, foto de Sidney Ferreira

2º lugar na categoria digital – tema 1 “Construção coletiva”, foto de Dimitrius Silva

1º Lugar na categoria filme – tema 2 Cuidando da história – foto de Guilherme Becker

Serviço

O que: Você que faz versos – Exposição de Walmor Corrêa
Onde: Museu Victor Meirelles - Rua Victor Meirelles, 59, Centro – Florianópolis
Visitação: de 10 às 18h, de terça a sexta-feira. Até 13 de junho de 2012
Informações: tel. 3222-0692

O que
: Exposição fotográfica Marc Riboud, fotógrafo
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa (Praça XV de Novembro, 227 – Centro – Florianópolis)
Visitação: de 15/05 a 17/06/2012. De terça a sexta-feira, das 10h às 18h. Aos sábados e domingos, das 10h às 16h.
Informações: (48) 3028-8091
 
O que: 18ª Maratona Fotográfica de Florianópolis – Exposição de Fotos Selecionadas
Onde: Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti – Praça 15 de Novembro, nº180 – Centro – 
Visitação: de 21 de maio a 29 de junho – Segunda a sexta-feira, das 10h às 18h
Informações: (48) 3228-6821 / 3324-1415 (Diretoria de Artes)

Todas as exposições tem entrada gratuita.

10
ago
11

Paraísos Naturais

Na última sexta-feira dia 5 de agosto de 2011, na sede da Federação das Indústrias de Santa Catarina, em Florianópolis, foi lançado o livro Paraísos Naturais da Região Sul. A obra mostra imagens de quinze unidades de conservação da região sul do Brasil, entre parques nacionais, estaduais e uma reserva biológica, através do olhar de três fotógrafos, Zig Koch, Eduardo Tavares e eu, com fotos adicionais de Edson Junkes e João Paulo Cauduro Filho.

O livro foi publicado pela Editora Expressão, com coordenação da jornalista Débora Horn e direção de arte de Luiz Acácio de Souza. O lançamento aconteceu durante o Forum de Gestão Sustentável, organizado pela mesma editora, onde foram entregues os Prêmios Expressão de Ecologia, o que acontece a quase vinte anos.

Abaixo vocês podem conferir algumas das minhas fotos que participaram do livro, inclusive a capa.

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07
jun
11

Dul-tson-kyil-khor, a mandala de pó colorido

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Durante oito dias o monge Tenzin Thutop, do Mosteiro Namgyal de Ithaca NY, trabalhou construindo uma mandala de areia, uma antiga prática do budismo tibetano. No oitavo dia, para surpresa e admiração dos nossos olhos ocidentais, ele tranquilamente desmanchou a mandala, depois de algumas preces, distribuiu alguns punhados de areia para o público e jogou o resto num pequeno lago, numa cerimônia que durou alguns minutos.

Esta mandala de areia foi parte da programação da II Semana de cultura Tibetana,  que aconteceu de 27 de maio a 4 de junho de 2011 na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, e foi promovida pelo Centro de Cultura Tibetana, com apoio do escritório do Tibete em Nova Iorque. Acompanhando a mandala de areia estava a exposição coletiva “The Missing Peace” e fotos históricas da fuga e exílio do Dalai Lama, além de thangkas tibetanas (pinturas em tecido com motivos budistas). O evento teve palestrantes ilustres como Robert Barnett, da Columbia University, os jornalistas Haroldo Castro e Luis Pelegrini, além do representante de S.S Dalai Lama para a América Latina, Tsewang Phuntso, entre outros. Além disso houve um jantar tibetano com um chef que além de cozinhar, canta e pinta, Ogyen Shak.

Mandala significa casa ou palácio. No caso da mandala budista, o significado seria o  palácio da mente do Buda, onde o azul da mesa simboliza o céu, ou espaço vital. A mandala é feita com milhões de grãos de areia colorida, ou melhor, pó de mármore. Os próprios monges quebram as pedras com marreta, trituram e peneiram o mármore até ele ficar finíssimo. Depois disso tingem várias vezes em mais de vinte tons distintos. Esta prática antigamente era feita somente nos mosteiros nas luas cheia de alguns meses específicos. Hoje em dia é também feita em eventos como este para difundir a arte e a filosofia tibetana. Ela representa a impermanência de tudo na vida e o desapego, principalmente do monge que a realizou.

20
mai
11

Semana Tibetana em Florianópolis

Caros amigos

Dia 27 de maio começa a II Semana de Cultura Tibetana em Florianópolis, que acontecerá na Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina UFSC. Durante 9 dias teremos palestras, filmes, exposições de arte, mandala de areia e workshops. Entre os palestrantes estão: Lia Diskin – fundadora da Palas Athena, Tsewang Phuntso – representante de SS Dalai Lama na América, Robbie Barnett – professor da Columbia University e o Lama Padma Samten – presidente do Centro de Estudos Budistas Bodisatva. Haverá também uma mesa redonda com os jornalistas Arthur Veríssimo (Trip), Haroldo Castro, Luis Pelegrini (Planeta) , entre outros. A artista Tiffany Gyatso ministrará um workshop de pintura tibetana. Poderemos conhecer a culinária tibetana em um jantar preparado por um chef tibetano, com direito a música típica interpretada pelo próprio chef.

Eu sou o curador das exposições e responsável pela mandala de areia.

A exposição “The Missing Peace” – artistas consideram o Dalai Lama – é uma exposição coletiva que foi criada pela Fundação Dalai Lama e pelo comitê 100 pelo Tibete, onde os artistas mostram a sua visão pessoal sobre o Dalai Lama. São 88 artistas de 30 países (incluindo os brasileiros Sebastião Salgado e Adriana Varejão).

Tendo a vida do Dalai Lama como inspiração o projeto tem como objetivo chamar a atenção do mundo para a busca da paz. Segundo o Dalai Lama, na apresentação do livro com as obras, “Estas obras de arte buscam criar zonas de paz, e tem a intenção de inspirar outros a gerar compaixão, amor e paciência, que são essenciais se o ser humano quiser atingir a felicidade.”

Entre os artistas do projeto estão famosos como Laurie Anderson, Richard Avedon e o ator Richard Gere mostrando suas habilidades como fotógrafo. Aqui em Florianópolis teremos 14 obras desse projeto em excelentes reproduções que compõem o “The Missing Peace in a box”.

Haverá também uma exposição de Thangkas tibetanas (uma pintura em tecido com motivos budistas,espécie de altar móvel) vindas do Mosteiro Namgyal, trazidas pelos monges que irão fazer durante nove dias uma mandala com milhares de grãos de areia. No último dia a mandala será desmontada num ritual que celebrará a impermanência. Além disso tudo ainda teremos fotos históricas da fuga de SS Dalai Lama do Tibete e dos tibetanos em exílio na Índia.

Confiram a programação completa no link e façam sua inscrição logo pois as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas no próprio site.

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01
fev
11

Lagarto-da-praia

Mais um trabalho pai-e-filho: o GIPEDU (grupo interdisciplinar de pesquisa em ecologia e desenho urbano) da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), capitaneado pelo Professor Francisco Ferreira, lançou o livro “Projeto Parque Estadual do Rio Vermelho – subsídios ao plano de manejo”. O parque é uma área de 1532 hectares na costa leste da Ilha de Santa Catarina, que depois de 45 anos de uma tumultuada história foi promovido a parque estadual e enquadrado no Sistema Estadual de Unidades de Conservação SEUC, passando assim para a administração da FATMA (Fundação do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina). O plano de manejo de um parque é algo parecido com o plano diretor de uma cidade: delimita as diferente zonas e usos da área da unidade e do seu entorno. Através de recursos do Ministério do Meio Ambiente, o Instituto Lagoa Viva, em parceria com o GIPEDU, idealizou e executou este projeto, que além de realizar um diagnóstico da área e uma proposta de zoneamento, desenvolveu diversas ações junto as comunidades do entorno.

Eu fiz diversas saídas e sobrevôos para fotografar a região, e Maurício Paiva, meu filho, foi o responsável pelo design gráfico do livro e de duas cartilhas, sendo a segunda para o público infantil. O lagarto-da-praia, um animal endêmico encontrado na Praia do Moçambique, que fica dentro do parque, foi inspiração para Maurício criar um personagem na primeira cartilha. Na segunda cartilha, lançada junto como o livro e voltada para o público infantil, o lagartinho foi parar na capa!

Capa do livro "Projeto Parque Estadual do Rio Vermelho" - design de Maurício Paiva e foto de Zé Paiva

Capa da cartilha infantil sobre o Parque Estadual do Rio Vermelho - Design e ilustração de Maurício Paiva e foto aérea de Zé Paiva

13
out
10

Museu da Photografia

Últimos dias da ótima exposição Museu da Photografia, organizada pela Unidade Florianópolis-Ilha da UNIVALI juntamente com o Estúdio Brandão Fotografias. Ela está no Floripa Shopping somente até sexta feira 15/10 das 10 as 22 horas.. Também podem ser vistas as fotos da exposição O mar avança,  feita pelos alunos da disciplina de fotografia documental do curso de graduação em Fotografia. O professor Marcelo Jüchem me convidou para colaborar na seleção das fotos. Abaixo algumas fotos do evento.

A clássica Nikon F

Graflex Crown Graphic, usa filme 4x5 polegadas em folha.

Polaroid SX 70, outra clássica.

08
out
10

Um vislumbre do Tibete hoje

Abre amanhã no CEBB Centro de Estudo Budistas Bodisatva, no Campeche, Florianópolis, a exposição fotográfica : Um vislumbre do Tibete hoje, do fotógrafo Sonam Zoksang. Sonam nasceu no Tibete mas vive em Nova Iorque. Você pode saber mais sobre seu trabalho no site http://www.visionoftibet.com/

A expo fica só no fim de semana 9 e 10 de outubro, das 9 as 19 horas, durante a realização do seminário A Roda da Vida, com o Lama Padma Samten.

11
ago
10

Natureza Gaúcha na Livraria Catarinense – Floripa

Está na Megastore da Livraria Catarinense (Rua Felipe Schmidt 60, Florianópolis) até o dia 31 de agosto a exposição Expedição Natureza Gaúcha . A pequena mas simpática galeria fica anexa ao excelente café Rocambole (o mesmo da Lagoa da Conceição). Não deixe de provar o brownie, é delicioso. O horário da exposição é o mesmo da livraria, de segunda a sexta-feira das 9h às 20h e aos sábados das 9h ás 16h. A entrada é gratuita. Mais informações pelo telefone (48) 3271.6000 ou no guiafloripa.

Capivaras "Hydrochaeris hydrochaeris", Parque Estadual de Itapuã, Viamão

08
jul
10

Novidades sobre o workshop – últimas vagas

Caros amigos

Acabei de sair de uma entrevista no programa studio 36 da TV Com (RBS) em Florianópolis sobre o workshop que vou ministrar este fim de semana, 10 e 11 de julho. Como infelizmente (ou felizmente) o Brasil está fora da final da copa do mundo de futebol, podemos alterar a nossa programação e aproveitar o dia todo de domingo para a nossa aula prática. As vagas estão no final pois a turma é limitada pra que eu possa dar atenção a todos na aula prática.

Aula prática no Parque Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição durante o Festival Floripa na Foto.

Minha proposta é iniciar a saída a campo domingo como tinha programado, as 6h30, mas no Parque das Dunas da Lagoa da Conceição, onde poderemos provavelmente encontrar avifauna nas lagoas formadas entre as dunas móveis, fixas e semi-fixas, banhadas pela bela luz do amanhecer. Depois de algumas horas de prática, poderemos encaminharmo-nos para o sul da ilha, onde, depois de uma lanche reforçado no ótimo Nutri Lanches, faremos a trilha da Gurita, no Parque Municipal da Lagoa do Peri, que termina na mais bela cachoeira de Florianópolis. Na volta ainda podemos nos deleitar com o por-do-sol nas margens da Lagoa do Peri. Parece bom? Vai ser ótimo, o domingo promete sol e muitas fotos.

Trilha da Gurita (Cachoeira da Gurita) , Parque Municipal da Lagoa do Peri, Florianopolis

Data: 10 e 11 de julho de 2010

Valor:  R$250 que pode ser pago em duas vezes

Inscrições: Secretaria da Univali – unidade Ilha – fone 48 3234 1233 ou no e-mail    extensao@univali.br

Endereço: Rodovia SC 401 km 5 Business Decor – Florianópolis, SC

01
jul
10

Workshop – fotografia de natureza

Caros amigos

Dias 10 e 11 de julho estarei ministrando mais um workshop de fotografia de natureza em Florianópolis. Será o último workshop antes de começar o meu novo projeto: Expedição Natureza do Tocantins. Imediatamente após este workshop, dia 13 de julho, viajo para Palmas para iniciar a primeira expedição, onde documentarei o norte do estado – árvores petrificadas, quebradeiras de babaçú e a maior cratera de meteorito da América do Sul. Meu próximo workshop, depois deste, será em Porto Alegre, na escola Câmera Viajante, final de outubro.

Oficina de fotografia de natureza durante o Festival Floripa na Foto, Dunas no Parque Estadual do Rio Vermelho, Florianópolis, Santa Catarina

O programa deste workshop é o seguinte: sábado dia 10, estaremos vendo com profundidade todos os conceitos relativos ao assunto fotografia de natureza: histórico, planejamento, equipamento, luz, composição e comportamento. Tudo apoiado por projeções de imagens minhas e de grandes mestres. Esta aula será na Univali, campus Ilha, o dia inteiro.

Domingo teremos uma saída a campo para praticar tudo que foi discutido e um pouco mais. Sairemos em micro-ônibus as 6h da manhã da Univali para iniciar nosso trabalho nas dunas dos Ingleses as 6h30, quando o sol estará nascendo e as aves em plena atividade. Passaremos pela favela do Siri (encravada nas dunas) e por diversas lagoas. Aliás, é bom lembrar que as lagoas formadas no interior das dunas fixas e móveis, são um criadouro de aves migratórias e residentes. Atravessando as dunas sairemos na Praia do Santinho rumo ao sul, percorrendo a trilha que acompanha o costão, passando por penhascos e inscrições rupestres até chegar a Praia do Moçambique, onde o micro-ônibus estará nos esperando. No total faremos 6 quilômetros de caminhada de nível médio, que não exige grande preparo físico para ser realizada.

Aqueles que estão preocupados com uma possível final da Copa do Mundo com a participação do Brasil e não querem perder isso não se aflijam, pois até a hora do jogo teremos tempo suficiente para fotografar e caminhar por este cenário deslumbrante. Caso o Brasil não chegue a final (toc toc toc) podemos estender a saída além do horário.

Vista aérea das dunas dos Ingleses e Morro das Aranhas a direita, ao fundo a Praia do Santinho, Florianópolis SC.

A avaliação das fotos obtidas será feita virtualmente através do grupo que mantenho no FlickR para esta finalidade. Aguardo todos os amantes da fotografia e da natureza que quiserem aprimorar seus conhecimentos, discutir novos caminhos ou simplesmente compartilhar esta vivência na bela natureza da Ilha de Santa Catarina.

Data: 10 e 11 de julho de 2010

Valor:  R$250 que pode ser pago em duas vezes

Inscrições: Secretaria da Univali – unidade Ilha – fone 48 3234 1233 ou no e-mail    extensao@univali.br

Endereço: Rodovia SC 401 km 5 Business Decor – Florianópolis, SC

24
mai
10

Palestra Na UNIVALI

Caros amigos, amanhã dou um palestra sobre o meu trabalho na UNIVALI, Universidade do Vale do Itajaí, Campus de Florianópolis. Eles tem um curso de graduação em Fotografia e daí surgiu o convite. No Festival Floripa na Foto tive vários alunos deste curso e gostei muito do pessoal. Aliás, prometo em breve um post sobre o Festival, que estava ótimo. Apareçam na palestra, é aberta ao público!

17
mai
10

Floripa na Foto

Começa hoje o Festival de fotografia Floripa na Foto. Uma bela iniciativa da Duo Arte (leia-se Lu Renata e Lucila Horn) viabilizada através do edital Elisabeth Anderle da Fundação Catarinense de Cultura. A partir de hoje haverá uma infinidade de palestras, oficinas, workshops (alguém sabe a diferença?), foruns, e outras atrações com grandes nomes da fotografia brasileira (imperdível). Eu estarei ministrando uma oficina sobre fotografia de natureza (já esgotada, inclusive a turma extra). Aqueles que ficaram de fora não se aflijam, pois no início de julho vou dar uma oficina de dois dias na UNIVALI campus Florianópolis (SC 401), em parceria com o curso de graduação em fotografia. Breve mais informações.

Hoje as 19h30 é a abertura do evento que acontece no Centro de Eventos da UFSC com a palestra do Evandro Teixeira sobre os seus 50 anos de fotojornalismo. Na palestra, Evandro traça um panorama dos momentos históricos no Brasil e na América Latina onde registrou cenas da ditadura militar como a “Passeata dos Cem Mil”, que retrata o célebre protesto contra a ditadura militar no Brasil ocorrida em 1968, a queda do governo Allende no Chile, além de cobertura em Copas do Mundo e Jogos Olímpicos.

Foto de Evandro Teixeira para o livro "Canudos 100 anos".

26
abr
10

Natureza Gaúcha no Restaurante Uma Rosa

12
nov
09

Parque do Rio Vermelho

O Parque do Rio Vermelho está localizado em Florianópolis, na Ilha de Santa Catarina, entre a Barra da Lagoa e os Ingleses. Protege uma das poucas praias desertas da ilha, a do Moçambique. Deserta no sentido de que não tem construções, pois está dentro de um parque. Durante muito tempo este parque se chamava Parque Florestal do Rio Vermelho, e era administrado pela CIDASC, um orgão do governo ligado aos agronegócios. Isso talvez explique porque a área serviu, há alguma décadas, para um experimento de plantio de pinus (pinheiro americano) e eucaliptos. Na época a vegetação nativa da planície, chamada de restinga, foi suprimida e foram plantados milhares de árvores exóticas dos EUA e da Austrália. Graças a isso o local foi transformado num parque. O pinus, além de ser exótico e não deixar crescer nada embaixo, ainda por cima é considerado o maior contaminante biológico do planeta, pois suas sementes se espalham num raio de mais de quinze quilômetros. Aqui na ilha, por exemplo, elas chegam a voar até as dunas da Lagoa da Conceição, que também estão dentro de um parque, e crescer no meio da areia. Muito recentemente o Parque do Rio Vermelho foi transformado num parque estadual, para enquadrar-se no SNUC e no SEUC, sistemas nacionais e estaduais de unidades de conservação, que regulamentam a proteção das áreas naturais em Santa Catarina. Agora o Parque Estadual do Rio Vermelho, PERV, é administrado pela FATMA, Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina.

capa

Capa do informativo #2

O Instituto Lagoa Viva, uma ONG de Florianópolis, aprovou no Ministério do Meio Ambiente um projeto para realizar um diagnóstico e uma proposta de zoneamento desta unidade de conservação, que vai, entre outras coisas, estudar como substituir os pinus e eucaliptos pela vegetação nativa. Sou colaborador voluntário deste projeto, que é coordenado pelo Professor Francisco Ferreira,do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Ecologia e Desenho Urbano da Universidade Federal de Santa Catarina (Gipedu).  Recentemente fiz algumas fotos aéreas do parque que foram usadas no segundo número do informativo deste projeto, que acaba de sair. O projeto gráfico e direção de arte é do meu filho, Maurício Paiva.

lagarto

Lagartinho-da-praia, personagem criado por Maurício, inspirado no animal homônimo, que está ameaçado de extinção, mas foi encontrado no Parque Estadual do Rio Vermelho.

01
fev
06

Expedição Natureza na Lagoa da Conceição

Por: A. Saknussen

Amanhã às 20 horas acontece no Espaço Cultural Sol da Terra, na Lagoa da Conceição, a palestra e projeção de imagens do fotógrafo Zé Paiva sobre o seu livro Expedição Natureza Santa Catarina. O fotógrafo estará contando as histórias por trás da realização do projeto que resultou no livro, que estará sendo relançado na mesma ocasião, juntamente com a respectiva exposição fotográfica. A exposição permanece até o dia 12 de fevereiro de 2006.

O evento faz parte da “Gente da Terra” – 1ª mostra multicultural de Florianópolis. A programação conta com espetáculos de teatro, oficinas de artesanato, exposições, exibições de filmes, culinária, contação de histórias e outras atividades. Mais informações no telefone abaixo.

Dia 02 de fevereiro de 2006 às 20 horas.
Espaço Cultural Sol da Terra
Rua Afonso Delambert Neto, 885 – Lagoa da Conceição
Florianópolis SC
Fone 48 3232 2303

18
ago
05

Ponte Hercílio Luz no Aeroporto

Por: A. Saknussen

O fotógrafo Zé Paiva produziu esta imagem da Ponte Hercílio Luz para um cartaz da Tim Celular, que foi aplicado em uma parede inteira da sala de desembarque do aeroporto Hercílio Luz. A foto do celular foi aplicada sobre a imagem de Paiva sugerindo a metáfora de ponte como meio de comunicação. A criação e produção é da Master Comunicação de Curitiba e a direção de arte de Mariana Manita.

27
jul
05

Lançamento do livro Expedição Natureza – Santa Catarina no Museu Histórico

Foi um sucesso a abertura da exposição e lançamento do livro Expedição Natureza – Santa Catarina – no Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Souza, em Florianópolis, SC. O evento aconteceu na noite de 14 de junho e foi prestigiado por cerca de 200 pessoas. O público, extremamente eclético, reuniu artistas, intelectuais, empresários, fotógrafos, estudantes e outros, que deliciaram-se com os quitutes da Uma Rosa Gastronomia, da Lagoa da Conceição, e com o vinho e suco de uva orgânicos da Vinícola Garibaldi, do Rio Grande do Sul, que apoiaram o evento.

Acima os autores Zé Paiva e Adriana Dias com a Dra. Maike Hering de Queiroz, que escreveu a apresentação da quarta capa do livro.(foto de Thiago Eriksson)

Acima a equipe que realizou o livro com o pessoal do marketing da Albany International, patrocinadora exclusiva do mesmo.(foto de Thiago Eriksson)

Acima a banda Colorir, de Pedro Paiva (irmão do autor) e Peter Rossweiler, que animou o evento com sua musica instrumental espontânea.(foto de Thiago Eriksson)

Zé Paiva e Fábio Brüggemann, editor e autor do prefácio do livro. (foto de Thiago Eriksson)

A cineasta Sandra Alves, a coordenadora cultural do Museu, Edina de Marco e Zé Paiva riem atoa na festa de lançamento. (foto de Thiago Eriksson)

O livro por enquanto está a venda no site da Editora Letras Contemporâneas, nas livrarias da Livros&livros, em Florianópolis, na Ler Livros, Omega Livros, e Ramalivros em São Paulo, na EcoTerraBrasil em Curitiba e na Pernambooks em Recife. Brevemente estará chegando em outras livrarias e também estaremos vendendo aqui no site da VISTA.

Aproveite os últimos dias da mostra fotográfica, pois ela vai até este domingo dia 31 de julho somente. Até lá o livro estará à venda na entrada do Museu ainda pelo preço de lançamento (R$ 70,00).

Dados técnicos do livro
Formato 31x 29 cm
144pags em papel Couche Fosco 150grs a 4×4 cores
Capa dura
ISBN 85-7662-007-3
Peso 1,25 kg

Editora Letras Contemporâneas
Fone 48 223 0945

09
mai
05

Expedição Natureza – Santa Catarina no Museu Histórico de SC

Por: Barbara Pettres

O fotógrafo Zé Paiva autografa seu livro Expedição Natureza – Santa Catarina (Editora Letras Contemporâneas, 144 págs), nesta quarta-feira (11), no estande da Letras Contemporâneas, durante a Feira de Rua do Livro de Florianópolis, a partir das 19 horas. O preço do livro é R$ 96,00, mas na feira estará à venda a R$ 70,00. O lançamento oficial ocorre no dia 13 de junho, no Museu Cruz e Sousa, em Florianópolis.

Este é o primeiro trabalho a documentar a maioria das unidades de conservação de Santa Catarina, entre parques nacionais, estaduais e municipais. As fotos retratam aspectos de flora, fauna, paisagens e populações tradicionais. Os textos são da consultora ambiental Adriana Dias, o prefácio é do editor Fábio Brüggemann e o projeto gráfico do designer Oscar Rivas.

O livro é dividido pelas expedições fotográficas, que ocorreram de setembro a novembro de 2004, a bordo de um veículo 4×4, na companhia do assistente Eduardo Green. A primeira, Extremo Sul, destaca os parques nacionais de Aparados da Serra e Serra Geral, a Reserva Estadual de Aguaí, nas proximidades de Nova Veneza, e lagoas como a do Sombrio. Na expedição Serra Geral e Oeste estão retratados, entre outros, o Parque Nacional de São Joaquim, o Campo dos Padres, em Urubici, os campos da Coxilha Rica, em Lages e o Parque Estadual Fritz Plaumann, em Concórdia.

No capítulo Litoral, estão a Área de Preservação Ambiental (APA) do Anhatomirim, a Ilha de Santa Catarina e a Reserva Biológica do Arvoredo. No Norte e no Vale do Itajaí foram visitados a baía da Babitonga, em Joinville, a Reserva Biológica do Sassafrás, em Doutor Pedrinho e o Parque Nacional da Serra do Itajaí, entre outros locais. A expedição final foi ao Parque do Tabuleiro, a maior unidade de conservação do estado, que engloba nove municípios.

O projeto Expedição Natureza foi patrocinado pela empresa Albany International, de Indaial, por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura.

O fotógrafo
José Luiz Paiva iniciou no fotojornalismo na sucursal do jornal O Globo em Porto Alegre RS, onde também trabalhou no jornal Zero Hora. Mudou-se para Florianópolis SC, onde dirige seu estúdio desde 1985. Ensinou fotografia no curso de artes da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc), no curso de publicidade da Fundação Universidade Regional de Blumenau e no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Estudou no Internacional Center of Photography, em Nova Iorque. Realizou exposições nas principais cidades do Brasil e recebeu diversos prêmios, entre eles o Prêmio Raulino Reitz da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina em 2002. Publicou suas fotos em dezenas de livros e revistas. Já publicou o livro individual Santa Catarina, cores e sentimentos, pela Editora Escrituras e participou como convidado do livro São Paulo 450 anos em 24 horas.

Informações:
José Paiva: (48) 8822-9660 e 269-7744. E-mail:ze@paivafotografo.com.br
Adriana Dias: (48) 269-7744 e 9958-8899
Fábio Brüggemann: (48) 9971-9839 e 223-0945
Site: http://www.expedicaonatureza.com.br

Assessoria de imprensa: Barbara Pettres (SC 0954 JP) – (48) 9121-4717 / 334-3884

19
abr
05

Sai o segundo número da revista Fotógraphos

A mais nova revista brasileira de fotografia, a Fotographos, da editora Art&Cia, está nas bancas.

Entre outra matérias encontra-se uma chamada A luz de Floripa, fotografe os encantos da ilha da magia. Nela foram publicadas diversas fotos do fotógrafo Zé Paiva, coordenador da Vista Imagens, além de um box com sua biografia.

A revista também apresenta matérias sobre sensores digitais, fotografando paisagens, fotoblog e direito autoral, entre outras. O editor é Rodrigos Torres Costa e a revista apresenta um projeto gráfico limpo e agradável além de uma excelente impressão, valorizando as imagens. Confira!

01
jun
04

Exposição Embo-y vai até 6 de junho

Por: Saknussen

Abriu neste domingo, dia 31 de maio de 2004, a exposição EMBO-Y, UM OLHAR MBYA GUARANI, com fotos de Zé Paiva, no Palco Casa Nova, dentro da Mostra de decoração e arquitetura Casa Nova. O ambiente supercontemporâneo foi projetado pelos arquitetos Giovanni Bonetti e Taís Marchetti Bonetti e pela produtora Lica Paludo, também responsável pela programação cultural do espaço.

Estiveram lá prestigiando o evento os escritores Fábio Brüggemann e Péricles Prade, da Editora Letras Contemporâneas, os designers Luiz Acácio de Souza, da Editora Expressão, e Leila Zotz, da Editora Letras Brasileiras, entre outros ilustres da cidade. Quem também deu o ar da graça foi Roberto Linsker, fotógrafo e diretor da Editora Terra Virgem de São Paulo. Roberto, junto com Ana Augusta Rocha, é autor da conhecida coleção de livros Brasil Aventura.

A exposição é composta de 13 imagens em cor e P&B impressas no tamanho 80×100 cm digitalmente. As fotos de divulgação acima foram gentilmente cedidas pela Lica Paludo Produções.

A exposição pode ser vista até o dia 6 de junho, das 14 às 22 horas diariamente no Palco Casa Nova, Mostra Casa Nova, no Hotel Majestic Palace, Av. Beira-Mar Norte, ao lado da Praça Lauro Müller, em Florianópolis – SC. A entrada é gratuita.

16
mai
04

llha do Campeche – paraíso ecológico e arqueológico

São mais de 167 sinalizações rupestres distribuídas em 14 sítios arqueológicos com gravuras esculpidas nas pedras, além de nove oficinas líticas usadas pelos antigos para produzir, afiar e polir instrumentos.

Localizada a sudeste da Ilha de Santa Catarina (a porção insular de Florianópolis), a cerca de 2 km da Praia do Campeche, a Ilha do Campeche, além de possuir uma praia paradisíaca, abriga um enorme patrimônio arqueológico.

Tudo isto está distribuído numa área de apenas 500 mil metros quadrados.  É a maior concentração de monumentos rupestres do Atlântico Sul.

Os desenhos encontrados ali tem 14 formatos distintos, sendo 12 deles geométricos. Muitos desenhos apresentam características encontradas apenas no litoral catarinense.

O significados destas inscrições ainda é um mistério para os pesquisadores , suscitando muitas hipóteses. Estes são vestígios de civilizações que viveram ali há mais de dois mil anos, conhecidos como “Homens do Sambaqui”.

Em reconhecimento a sua importância histórica e arqueológica, O Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional IPHAN, tombou a Ilha do Campeche em julho de 2000 como patrimônio arqueológico e paisagístico brasileiro.

Os primeiros europeus que ali tiveram fizeram muitas detonações com dinamite, destruindo muitos sítios arqueológicos em busca de tesouros que nunca encontraram.




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