Posts Tagged ‘florianopolis

27
jun
13

“MAKING OF” DOS ILUMINADOS

Caros amigos

Aqui neste vídeo, dirigido por Felipe Queriquelli e editado por Rodrigo Ferrari, vocês podem ver um pouco do making of do projeto “Iluminados, personagens da Ilha de Santa Catarina”, trabalho contemplado com o Prêmio FUNARTE Marc Ferrez em 2012 e que resultou numa exposição no Museu de Arte de Santa Catarina em 2013.

https://vimeo.com/67097012

Neste outro vídeo produzido pelo artista Diego de Los Campos vocês podem ver um depoimento meu sobre o trabalho e imagens da exposição.

 

18
jun
13

OS ILUMINADOS PASSARAM PELO MUSEU

A exposição “Iluminados, personagens da Ilha de Santa Catarina” encerrou neste último domingo 16 de junho de 2013 sua passagem pelo Museu da Arte de Santa Catarina, no Centro Integrado de Cultura de Florianópolis. Foram três semanas de exibição para um público de aproximadamente mil e quinhentas pessoas, além de estudantes de várias escolas e universidades.

Na noite da abertura um público de aproximadamente duzentas pessoas prestigiou a exposição. Houve um abertura solene com a presença do presidente da Fundação Catarinense de Cultura, Sr. Joceli de Souza, além de representantes da ASBEA, Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura, que abria também a sua mostra na mesma noite. A Banda da Lapa, grupo centenário do Ribeirão da Ilha, animou o evento com retretas e o tradicional Rancho de Amor à Ilha.

O projeto foi contemplado com o Prêmio FUNARTE Marc Ferrez em 2012. Confiram abaixo as fotos de Guaraci Cabrera e a repercussão na imprensa local e nacional.

16
mai
13

Vencedor do Prêmio Marc Ferrez, fotógrafo Zé Paiva expõe no MASC

Os “Iluminados”, do fotógrafo Zé Paiva, terão seu espaço no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em Florianópolis, a partir de 22 de maio. A exposição, vencedora do XII Prêmio Marc Ferrez de Fotografia promovido pela Fundação Nacional de Artes (FUNARTE), permanecerá no local até 16 de junho, com visitação gratuita. Paralelamente, o fotógrafo participará de bate-papo com o público (dia 28 de maio, às 19h) e ministrará um workshop (dia 29 de maio, das 19h às 22h).

Alecio  dos Passos

Sob curadoria de Denise Camargo, o projeto “Iluminados – Personagens da Ilha de Santa Catarina” mostra uma visão pessoal de Zé Paiva sobre os personagens inseridos em seus contextos de trabalho, alguns deles já conhecidos do grande público. Em comum entre essas pessoas estão suas ricas histórias de vida e o grande conhecimento de algum campo particular da cultura florianopolitana.

Polo Cabrera

“Zé Paiva compõe com rastros de luz. São eles que iluminam as histórias destes homens e mulheres marcados por seus ofícios. Nesta exposição, ele se embrenha também pelo cúmplice exercício de temporalidade na fotografia. E, entre poses e cenários, constrói uma paisagem para seus olhos e para os nossos”, define a curadora.

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Fazem parte da exposição 20 retratos e um autorretrato em formato backlight (fotografias montadas em caixas de luz), que serão expostos em uma sala na penumbra. A intenção do autor é trazer ao público a reflexão acerca da objetividade da imagem, já que os registros tiveram interferências do artista no cenário e na gestualidade da iluminação tipo lightpainting (pintura de luz com uma lanterna). Durante a exposição, será exibido o vídeo produzido pelo cineasta Felipe Queriquelli, que mostra o making of do trabalho executado pelo fotógrafo.

Seu Zequinha - pescador da Costa da Lagoa

A concepção da mostra partiu do trabalho realizado por Zé Paiva para a disciplina Imagem e Comunicação, ministrada pela curadora e professora de pós-graduação em Fotografia da UNIVALI, Denise Camargo. Inspirado pelo livro “A fotografia entre documento e arte contemporânea”, do francês André Rouillé (Editora SENAC – 2009), o autor começou com uma série de autorretratos em pose frontal, usando roupa, fundo e cenários neutros. Iluminado por lightpainting, Zé quis mostrar como somente a iluminação já é capaz de dar subjetividade ao resultado final. “A partir daí, incentivado pela professora Denise, iniciei uma experimentação para construir uma série de retratos de personagens usando essa técnica, incorporando à imagem a contextualização dada pelo cenário doméstico de cada retratado”, complementa o fotógrafo.

autorretrato

Sobre Zé Paiva

José Luiz Martins Paiva, ou simplesmente Zé Paiva, trocou a engenharia pela fotografia após uma longa viagem pela Europa e norte da África, em 1983. Iniciou no fotojornalismo na sucursal do jornal O Globo. Mudou-se, então, para Florianópolis, onde, desde 1984, dirige sua empresa.

Aprimorou seus estudos em 1993 no International Center of Photography, em Nova Iorque. Em 2012, concluiu sua pós-graduação em Fotografia pela Univali. No meio acadêmico, atuou ainda como professor de Fotografia na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), na Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB) e na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Realizou exposições nas principais cidades do Brasil e recebeu diversos prêmios, entre eles o Raulino Reitz, da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina, em 2002, e menções honrosas no International Photo Awards, em Nova Iorque, em 2005, 2006 e 2012, e no Prix de la Photographie, em Paris, em 2007. Em 2009 foi selecionado para a coleção Pirelli/MASP de Fotografia. Em 2010 foi finalista do Prêmio Conrado Wessel na categoria ensaio fotográfico.

Teve trabalhos publicados em dezenas de livros, revistas e calendários. Em 2004, lançou o livro Santa Catarina – Cores e Sentimentos, pela Editora Escrituras. Concebeu e coordenou o projeto Expedição Natureza Santa Catarina, que resultou no livro lançado em 2005 pela editora Letras Contemporâneas. Em 2008, lançou o segundo livro do mesmo projeto, Expedição Natureza Gaúcha, em parceria com a Editora Metalivros. Em 2012 lançou o terceiro livro da série Expedição: A Natureza do Tocantins.

Atualmente, administra sua empresa, a Vista Imagens e ministra oficinas de fotografia.

Serviço:

O quê: Exposição Iluminados – Personagens da Ilha de Santa Catarina, de Zé Paiva

Onde: Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) – Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis/SC

Abertura: 22 de maio de 2013, às 19h.

Visitação: de 23 de maio a 16 de junho de 2013. De terça-feira a sábado, das 10h às 20h30min; domingos e feriados, das 10h às 19h30min.

Conversa com o artista: 28 de maio de 2013, às 19h, no MASC.

Workshop: 29 de maio de 2013, das 19h às 22h. Serão disponibilizadas 20 vagas gratuitas. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail mis@fcc.sc.gov.br

Informações: (48) 3953-2319/3953-2324

(Visitas mediadas devem ser agendadas com antecedência)

Entrada gratuita

Fernanda Peres

fernanda@fcc.sc.gov.br
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Av. Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis / SC
Telefone: (48) 3953-2354
Site: www.fcc.sc.gov.br
Facebook: www.facebook.com/FundacaoCatarinensedeCultura
Twitter: www.twitter.com/fccoficial


Zé Paiva

ze@vistaimagens.com.br
www.zepaiva.com.br
www.vistaimagens.com.br
fone 48 32697744
cel 48 8822 9660 (claro)
cel 48 9696 1900 (tim)

09
dez
12

lançamento do livro expedição natureza tocantins em floripa

Caros amigos, finalmente chega a Floripa, a terra que escolhi para viver e criar meus filhos, o meu mais recente livro: Expedição Natureza Tocantins.

Será terça-feira, dia 11 de dezembro, à partir das 19 horas, na Fundação Cultural Badesc. Haverá uma projeção de imagens, coquetel de boas vindas e sessão de autógrafos. Aproveitem pois estaremos vendendo o livro à um preço promocional de R$ 70 (30% de desconto). Este é o último lançamento do livro em 2012. Veja mais no blog do projeto (link a direita)

Espero por vocês!

EMailFLN

(48) 3224 8846
fundacaoculturalbadesc@gmail.com

Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro – Florianópolis-SC – CEP 88020-040

31
mai
12

Walmor, Riboud e a Maratona

Três exposições interessantes em Florianópolis, para quem reclama da falta de vida cultural na ilha:

“Você que faz versos” é o nome da exposição do artista plástico Walmor Corrêa, ilhéu (florianopolitano) radicado em Porto Alegre. Seu trabalho se caracteriza pelo diálogo entre as ciências naturais e a arte. O primeiro trabalho do Walmor que tive a chance de conhecer eram desenhos (pseudo) científicos de seres mitológicos (sereia, curupira e outros). Fiquei fascinado, pois o artista brincava com os limites entre a arte e a ciência, algo que sempre me interessou e inclusive permeia o meu trabalho pessoal. Depois disso vi a instalação “Biblioteca dos enganos”, na 7a Bienal do Mercosul em 2009, trabalho baseado em suposições equivocadas de um naturalista do século XIX.

“Você que faz versos” de Wamor Corrêa, no Museu Victor Meirelles

“Você que faz versos” de Wamor Corrêa, no Museu Victor Meirelles

“Você que faz versos” de Wamor Corrêa, no Museu Victor Meirelles

Neste trabalho atual, Walmor nos brinda com uma reflexão sobre nossa sociedade produtora de lixo, cenário habitado por ratos alados, deixando espaço para múltiplas leituras do espectador. No mínimo intrigante. Pássaros com cabeça de ratos ou ratos com corpos de aves? Seja como for, enquanto alguns exploram latões de lixo, outros observam tudo empoleirados em galhos metálicos.

No Museu Histórico de Santa Catarina (mais conhecido com Palácio Cruz e Souza) uma grande retrospectiva do mestre Marc Riboud. Um dos mais importantes fotógrafos da famosa agência Magnum, junto com Henri Cartier-Bresson e Robert Capa, Riboud trilhou uma carreira fotojornalística depois de abandonar um emprego como engenheiro (qualquer coincidência é mera casualidade).

Nigéria, 1960. No grande baile da independência, revela-se a elegância ancestral das fêmeas africanas.

Cuba, 1963.

Índia, 1971. Jovem mãe num campo de refugiados em Calcutá.

Holanda, 1994. Pensamentos estranhos em um canal holandês.

Touraine, 2001. Desenhos de pedras e galhos na neve.

Nesta retrospectiva podemos ver várias fases de sua longa carreira de mais de 50 anos de fotografia. É interessante observar que além de suas fotos mais conhecidas (que por isso mesmo não vou mostrar aqui), ele exibe nos últimos anos imagens com uma veia mais poética, talvez para compensar tantos anos de fotografia jornalística e documental. Me decepcionaram as fotos da favela da Maré, no Rio de Janeiro, que além de parecerem amadoras, foram expostas em tamanhos bem menores que as outras e montadas em molduras com quatro imagens, o que desvalorizou-as ainda mais.

Na galeria Pedro Paulo Vecchietti, da Fundação Cultural Franklin Cascaes, está a exposição fotográfica com os vencedores da Maratona Fotográfica 2012, da qual fui um dos jurados, juntamente com os fotógrafos Andréa Eichenberger e Sandro Sampaio, além dos técnicos da Fundação, Sulanger Bavaresco e Sérgio Belozupko. Dos 204 fotógrafos amadores e profissionais que participaram do evento nas modalidades digital e analógica, 25 foram selecionados – sendo três pelo conjunto de imagens e os demais por tema individual.

O desafio do concurso é fotografar em 24 horas 24 temas diferentes, que são divulgados somente no momento da maratona. As dificuldades dos participantes revelaram-se na nossa avaliação dos trabalhos, pois foi muito difícil encontrar fotógrafos que conseguissem cumprir todos os temas e além disso manter um nível de qualidade técnica e estética. O resultado disso foi que na modalidade digital tivemos somente dois premiados pelo conjunto, e na modalidade analógica somente um, quando na verdade haviam três prêmios possíveis em cada modalidade. Interessante num trabalho desses observar-se a grande variedade de linguagens e olhares, as vezes no trabalho de um mesmo fotógrafo.

Prêmio individual na categoria digital – Tema10 – Achados e perdidos – foto de Mitsue Yanai

Prêmio individual na categoria digital – tema 16 “Telas urbanas”, foto de Carolina Rogelin

Prêmio individual na categoria digital – tema 20 “Dando visibilidade”, foto de Sidney Ferreira

2º lugar na categoria digital – tema 1 “Construção coletiva”, foto de Dimitrius Silva

1º Lugar na categoria filme – tema 2 Cuidando da história – foto de Guilherme Becker

Serviço

O que: Você que faz versos – Exposição de Walmor Corrêa
Onde: Museu Victor Meirelles - Rua Victor Meirelles, 59, Centro – Florianópolis
Visitação: de 10 às 18h, de terça a sexta-feira. Até 13 de junho de 2012
Informações: tel. 3222-0692

O que
: Exposição fotográfica Marc Riboud, fotógrafo
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa (Praça XV de Novembro, 227 – Centro – Florianópolis)
Visitação: de 15/05 a 17/06/2012. De terça a sexta-feira, das 10h às 18h. Aos sábados e domingos, das 10h às 16h.
Informações: (48) 3028-8091
 
O que: 18ª Maratona Fotográfica de Florianópolis – Exposição de Fotos Selecionadas
Onde: Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti – Praça 15 de Novembro, nº180 – Centro – 
Visitação: de 21 de maio a 29 de junho – Segunda a sexta-feira, das 10h às 18h
Informações: (48) 3228-6821 / 3324-1415 (Diretoria de Artes)

Todas as exposições tem entrada gratuita.

10
ago
11

Paraísos Naturais

Na última sexta-feira dia 5 de agosto de 2011, na sede da Federação das Indústrias de Santa Catarina, em Florianópolis, foi lançado o livro Paraísos Naturais da Região Sul. A obra mostra imagens de quinze unidades de conservação da região sul do Brasil, entre parques nacionais, estaduais e uma reserva biológica, através do olhar de três fotógrafos, Zig Koch, Eduardo Tavares e eu, com fotos adicionais de Edson Junkes e João Paulo Cauduro Filho.

O livro foi publicado pela Editora Expressão, com coordenação da jornalista Débora Horn e direção de arte de Luiz Acácio de Souza. O lançamento aconteceu durante o Forum de Gestão Sustentável, organizado pela mesma editora, onde foram entregues os Prêmios Expressão de Ecologia, o que acontece a quase vinte anos.

Abaixo vocês podem conferir algumas das minhas fotos que participaram do livro, inclusive a capa.

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07
jun
11

Dul-tson-kyil-khor, a mandala de pó colorido

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Durante oito dias o monge Tenzin Thutop, do Mosteiro Namgyal de Ithaca NY, trabalhou construindo uma mandala de areia, uma antiga prática do budismo tibetano. No oitavo dia, para surpresa e admiração dos nossos olhos ocidentais, ele tranquilamente desmanchou a mandala, depois de algumas preces, distribuiu alguns punhados de areia para o público e jogou o resto num pequeno lago, numa cerimônia que durou alguns minutos.

Esta mandala de areia foi parte da programação da II Semana de cultura Tibetana,  que aconteceu de 27 de maio a 4 de junho de 2011 na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, e foi promovida pelo Centro de Cultura Tibetana, com apoio do escritório do Tibete em Nova Iorque. Acompanhando a mandala de areia estava a exposição coletiva “The Missing Peace” e fotos históricas da fuga e exílio do Dalai Lama, além de thangkas tibetanas (pinturas em tecido com motivos budistas). O evento teve palestrantes ilustres como Robert Barnett, da Columbia University, os jornalistas Haroldo Castro e Luis Pelegrini, além do representante de S.S Dalai Lama para a América Latina, Tsewang Phuntso, entre outros. Além disso houve um jantar tibetano com um chef que além de cozinhar, canta e pinta, Ogyen Shak.

Mandala significa casa ou palácio. No caso da mandala budista, o significado seria o  palácio da mente do Buda, onde o azul da mesa simboliza o céu, ou espaço vital. A mandala é feita com milhões de grãos de areia colorida, ou melhor, pó de mármore. Os próprios monges quebram as pedras com marreta, trituram e peneiram o mármore até ele ficar finíssimo. Depois disso tingem várias vezes em mais de vinte tons distintos. Esta prática antigamente era feita somente nos mosteiros nas luas cheia de alguns meses específicos. Hoje em dia é também feita em eventos como este para difundir a arte e a filosofia tibetana. Ela representa a impermanência de tudo na vida e o desapego, principalmente do monge que a realizou.




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