{"id":9190,"date":"2019-06-03T16:36:01","date_gmt":"2019-06-03T19:36:01","guid":{"rendered":"http:\/\/zepaiva.com\/?p=9190"},"modified":"2019-06-03T16:36:01","modified_gmt":"2019-06-03T19:36:01","slug":"como-falar-com-as-arvores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zepaiva.com\/en\/como-falar-com-as-arvores\/","title":{"rendered":"Como falar com as \u00e1rvores"},"content":{"rendered":"<p>A exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Como falar com as \u00e1rvores&#8221; \u00e9 uma coletiva que comemora os cinco anos do programa de resid\u00eancia art\u00edstica <a href=\"https:\/\/www.labverde.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Labverde<\/a>. Este programa acontece uma vez por ano na Floresta Amaz\u00f4nica e re\u00fane artistas do mundo todo durante dez dias para uma imers\u00e3o criativa. A resid\u00eancia acontece em dois locais: uma parte num barco regional e outra parte na Reserva Florestal Adolpho Ducke, administrada pelo Instituto de Pesquisas da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Um dos diferenciais do programa \u00e9 unir artistas e cientistas na equipe que media os trabalhos. Segundo o site do Labverde: &#8220;Experimenta\u00e7\u00e3o e conhecimento ser\u00e3o ferramentas para inspirar os processos de trabalho art\u00edstico e discursos contextualizados. Atrav\u00e9s da apropria\u00e7\u00e3o da natureza espera-se que os participantes promovam express\u00f5es est\u00e9ticas e po\u00e9ticas que impulsionem uma rela\u00e7\u00e3o consciente entre humanidade e a natureza.&#8221;<\/p>\n<p>Depois de visitar a exposi\u00e7\u00e3o, que acontece na cidade do Rio de Janeiro, o fot\u00f3grafo Z\u00e9 Paiva destaca o trabalho de duas artistas que est\u00e3o nessa coletiva:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/jardimdohermes.com\/simone-fontana-reis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Simone Fontana Reis<\/a> exibe o trabalho &#8220;A procura da paisagem perdida&#8221;. A obra foi feita com goma de mandioca, terra de cupinzeiro e carv\u00e3o sobre papel. A artista h\u00e1 mais de vinte anos pesquisa florestas, orqu\u00eddeas e a etnia ind\u00edgena Kadiueu.<\/p>\n\n<p>O outro trabalho em destaque \u00e9 a s\u00e9rie \u201cIrrevers\u00edveis\u201d, de Renata Padovan. H\u00e1 mais de vinte anos, Renata tem como foco de seu trabalho lugares em que a interfer\u00eancia humana alterou drasticamente a paisagem, afetando, de forma irrevers\u00edvel, as condi\u00e7\u00f5es ambientais e sociais da regi\u00e3o. Durante a resid\u00eancia, ela fotografou a instala\u00e7\u00e3o que criou no cemit\u00e9rio de \u00e1rvores da usina hidrel\u00e9trica de Balbina, um lago de 2.360 km\u00b2 que inundou parte da floresta causando um impacto ambiental enorme para gerar apenas 250 megawatts, insuficientes sequer para abastecer Manaus. <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-9194\" src=\"https:\/\/zepaiva.com\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/exposicao-renatapadovan-sustentabilidade-neomondo-amazonia.jpg?w=736\" alt=\"\" width=\"736\" height=\"470\" \/><\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o acontece na galeria Z42, que est\u00e1 instalada num charmoso casar\u00e3o de 1500 m\u00b2 constru\u00eddo na d\u00e9cada de 30 no Cosme Velho. Vale a visita, tanto pela exposi\u00e7\u00e3o quanto pela galeria em si.<\/p>\n<p>SERVI\u00c7O<\/p>\n<p>Onde: Galeria Z42, Rua Filinto de Almeida, 42, Cosme Velho, Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Quando: at\u00e9 28\/junho &#8211; de segunda a sexta, das 13h \u00e0s 18h.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Como falar com as \u00e1rvores&#8221; \u00e9 uma coletiva que comemora os cinco anos do programa de resid\u00eancia art\u00edstica Labverde. Este programa acontece uma vez por ano na Floresta Amaz\u00f4nica e re\u00fane artistas do mundo todo durante dez dias para uma imers\u00e3o criativa. 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