Lançamento do livro Expedição natureza da Ilha

Dia 21 de fevereiro no Espaço Glauco Olinger – Jardim Botânico de Florianópolis – vai acontecer o lançamento do livro e da exposição fotográfica do projeto Expedição Natureza da Ilha. O fotógrafo Zé Paiva ficou de maio a outubro de 2023 fotografando os mais diversos rincões da ilha em busca do que resta de natureza. Nas palavras dele:

“Foram 220 quilômetros caminhando por trilhas com pesadas mochilas, 60 quilômetros remando uma canoa canadense e mais de 1.800 quilômetros de carro, para respirar todos os recantos da ilha. Entrei em florestas, atravessei dunas, restingas e lagoas, cruzei manguezais e costões.
Para ter uma visão de pássaro, fiz 43 trilhas aéreas usando um drone, num total de 121 quilômetros. A visão da Ilha do alto é impressionante. Um misto de adrenalina com maravilhamento. Ver a paisagem de uma ângulo inusual nos dá uma ideia da grandiosidade da natureza e ao mesmo tempo do impacto que causamos. Foram 11.750 fotografias feitas durante 7 meses de trabalho de campo para chegar nas cento e poucas que compõem este livro.”

Veja todos os detalhes do projeto no hotsite:


EXPEDIÇÃO NATUREZA DA ILHA – COMO ESTÁ INDO

Nos últimos meses tenho dedicado grande parte do meu tempo para este novo projeto que vai retratar a natureza da Ilha de Santa Catarina, a porção insular de Florianópolis, e transformar o resultado num livro. Nasci em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, mas em 1985, com 23 anos de idade, me mudei para Floripa, onde construi minha carreira e tive dois filhos, Maurício e Iara. A Ilha me acolheu como uma grande mãe, com suas lagoas, praias, morros, florestas, dunas e restingas. Já estava na hora de prestar uma homenagem a este lugar onde morei por 31 anos.

Já foram 4 expedições focando nas regiões sul, leste, centro e norte da ilha, nesta ordem. Neste mês de setembro espero finalizar as saídas a campo fazendo algumas pautas que faltaram por motivos diversos nas outras expedições. Foram muitos quilômetros caminhando em trilhas e remando uma canoa canadense pelas lagoas e rios da ilha. O projeto está focando prioritariamente as UCs, unidades de conservação, que são 15 no total (sem contar as reservas particulares): 11 são municipais, 2 estaduais e 2 federais.

Vão entrar também algumas áreas naturais que não estão dentro de UCs (e talvez devessem estar, por sua beleza ou importância ecológica). Vamos incluir também áreas que são exemplos de uma convivência harmônica entre o ser humano e a natureza, como propriedades agro-ecológicas.

Enfim, se você quiser saber mais sobre este projeto visite a página Expedição Natureza da Ilha aqui no blog e confira os destaques no meu perfil no instagram. Acima e abaixo algumas das fotografias feitas nas expedições citadas. Esta é uma primeira edição entre as 8549 fotografias feitas até agora, algumas com câmeras Sony Alfa e outras com um drone DJI Mini 3 Pro. Divirtam-se e deixem seus comentários!

PROJETO EXPEDIÇÃO NATUREZA DA ILHA

Estamos em fase de captação de um novo projeto: Expedição Natureza da Ilha, que vai resultar num livro (o quarto da série Expedições), numa exposição itinerante, palestras, oficinas, e-book e um hotsite. Veja aqui abaixo um resumo do projeto e como apoia-lo.

Se você preferir pode baixar o PDF desse portfólio. Qualquer dúvida não hesite em entrar em contato conosco. Teremos o maior prazer em esclarecer.

Como foi a oficina de fotografia contemplativa 2022

Projeto selecionado pelo Edital Aldir Blanc 2021 – executado com recursos do Governo Federal e Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural, por meio da Fundação Catarinense da Cultura.

De 18 a 20 de março de 2022 aconteceu a primeira oficina de fotografia contemplativa presencial em Florianópolis, orientada pelo fotógrafo Zé Paiva. Ele já havia feito esta oficina presencialmente antes da pandemia em Criciúma e Porto Alegre. Depois ele ofereceu no formato online 3 turmas, em 2021, duas organizadas pelo CEBB Bahia e uma pelo CEBB Florianópolis. Esta foi a primeira vez que ele ofereceu no formato híbrido: 10 vagas presenciais e 30 vagas online. Além disso a oficina teve interpretação em libras (linguagem de sinais) para torná-la mais inclusiva.

A oficina aconteceu no Espaço Cultural Armazém/Coletiva Elza, que fica no Sambaqui em Florianópolis. Instalado num charmoso casarão centenário à beira mar, e com um quintal repleto de árvores, foi o local perfeito para receber a oficina.

A dinâmica da oficina consistiu em momentos alternados de explanação de Zé Paiva, com suporte de uma apresentação de imagens, momentos de meditação e outros de prática de fotografia. Veja abaixo algumas imagens produzidas pelos participantes durante a oficina.

Fotografia fine art

Loja da Florense Móveis em Florianópolis SC

Fotografia fine art ainda é um termo pouco conhecido de boa parte do público que aprecia arte no Brasil mas que aos poucos está criando o seu mercado. Um dos pioneiros deste tipo de fotografia foi Alfred Stieglitz, que juntamente com outro grande fotógrafo americano chamado Edward Steichen, fundou a primeira galeria de fotografia nos Estados Unidos, a 291, em Nova Iorque. Criada em 1905 com o nome de Little Galleries of the Photo-Secession, mudou o nome para 291 em 1908 e durou até 1917. O objetivo principal deles era elevar a fotografia ao nível da arte, pois na época não era considerada assim.

Edward Steichen foi depois diretor no MoMA, o Museu de Arte Moderna, em Nova Iorque, onde, em 1955, organizou a primeira grande exposição de fotografia desta casa: The Family of Man. Depois disso vários fotógrafos americanos tiveram sucesso vendendo seu trabalho como arte, entre eles os conhecidos Ansel Adams e Edward Weston. Por este motivo hoje em dia os Estados Unidos tem uma cultura em torno da fotografia fine art, como galerias especializadas, exposições em museus e consequentemente todo um mercado em torno disso.

No Brasil ainda é muito recente a valorização da fotografia como fine art. Já existem algumas galerias especializadas em São Paulo e outras capitais, e outras galerias que vendem fotografias entre outras obras de arte. Mas afinal o que seria fotografia fine art? Basicamente é a fotografia tratada como obra de arte. Para isso deve ter um conteúdo autoral, ou seja, não ter um objetivo puramente comercial ou informativo (o que é um pouco vago e poderia ser assunto para outro artigo). Além disso normalmente as fotografias fine art são impressas e emolduradas seguindo padrões museológicos para possam durar mais de 100 anos. Na maioria das vezes são impressas em papel 100% algodão com Ph neutro e pigmentos minerais. Além disso as obras são assinadas e ganham um certificado de autenticidade que atesta quem é o autor, o impressor, a data e outras informações.

Há alguns anos já venho me dedicando a este mercado e hoje em dia vendo obras para decorar ambientes residenciais e comerciais. Recentemente tive a alegria de ter duas obras vendidas (uma delas da série O Somsilêncio da Imagem) para o novo showroom da Florense em Florianópolis. A loja foi toda redesenhada pelo renomado designer Aldi Flosi e ganhou ares de instalação de arte, tamanha a qualidade do projeto conceitual. Em 2019 também tive três obras adquiridas pela CEOF – clínica de oncologia em Florianópolis – através da galeria Helena Fretta. Esse é outro espaço que parece uma galeria, pois o proprietário é um dos maiores colecionadores de arte de Santa Catarina e expõe no local muitas de suas obras.

Veja como foi a Expedição Floripa 2019

Entre os dias 1º a 4 de maio Zé Paiva conduziu a 4ª edição da Expedição Fotográfica Floripa. Foram 4 dias de fortes emoções! Muitas fotografias entre trilhas, risadas e a saborosa culinária local!

No primeiro dia, depois de uma roda de conversa onde todos começaram a se conhecer, tivemos uma aula onde Zé Paiva falou sobre luz, composição, planejamento e mostrou um pouco do que faríamos nos próximos dias.

No segundo dia estavam todos de pé às 5h30 para fotografar a alvorada. O grupo desceu por uma trilha até a ponta norte da Praia Mole, onde há um promontório rochoso. Lá foram brindados com um crepúsculo repleto de cores. Depois de um reforçado desjejum a van levou-os até o centrinho da Lagoa da Conceição, onde pegaram o barco para a Costa da Lagoa. Este é um bairro muito pitoresco, onde só se chega por trilha ou barco.

No ponto 8 a turma desceu para fotografar um engenho de farinha secular, herança do imigrantes açorianos misturada com a cultura indígena da mandioca. Dali seguiram pela trilha, passando por muitos barcos, córregos, florestas até o casarão da Dona Loquinha, de 1790. Um pouco adiante chegaram à Praia Seca, onde além de embarcações de pesca e de passeio viram canoas de um pau só feitas de garapuvu (árvore símbolo de Floripa). Depois de um almoço com frutos do mar fresquinhos os expedicionários voltaram de barco. No final de tarde foram ao Parque do Rio Vermelho, fotografar nos trapiches às margens da lagoa.

Na sexta-feira depois do café da manhã o grupo foi fazer a trilha da Praia da Galheta, uma praia que está protegida como Monumento Natural Municipal e por isso não tem construções. O acesso é feito somente por trilha. Caminharam um pouco pela praia e depois pegaram outra trilha que sobe até o Mirante da Boa Vista. A subida é íngreme mas vale a pena pois a vista lá de cima é fantástica. Pode-se ver a Praia da Galheta, Mole, Joaquina, Lagoa da Conceição, Costa, Barra e o Parque do Rio Vermelho. Depois da trilha um peixe fresco com camarão e cervejinha na beira do canal foi a pedida para recuperar as energias. Final de tarde foi a vez do belíssimo Parque Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição. Após o crepúsculo, uma aula de light painting, técnica na qual se ilumina o assunto com uma lanterna.

No quarto e último dia a turma madrugou para contemplar (e fotografar, claro) a aurora na pista de voo livre da Praia Mole, que fica na trilha para a Ponta do Gravatá. Valeu a pena, pois o astro rei deu novamente um show de luzes e cores. Depois seguiram até a ponta, passando por uma pequena praia e chegando ao costão. O Oceano Atlântico deu um show de força e energia enquanto os expedicionários fotografavam.

No final de 4 dias estavam todos cansados fisicamente mas nutridos pela energia da natureza e pela oportunidade de fotografar tantos lugares incríveis.

Trilha na Lagoinha do Leste

A praia da Lagoinha do Leste é uma das poucas em Florianópolis que não tem construções, pois fica dentro de um Parque Natural Municipal homônimo. Final de março fomos fazer a trilha da Lagoinha e Morro da Coroa. A última vez que havia feito a trilha fora em 2010, daquela vez sozinho. O Morro da Coroa eu nunca havia subido. Era um velho sonho que, graças ao convite do meu filho, o ilustrador Maurício Paiva, foi realizado.

A Lagoinha do Leste recebe esse nome porque tem uma pequena Lagoa que deságua no mar através de um braço de rio. O mar é forte e atrai muitos surfistas. Saímos do Pântano do Sul pela trilha mais curta – tem outra que sai da Praia do Matadeiro que vai pelo costão, mas é mais do dobro do percurso – e depois de subir e descer um morro, chegamos a praia num percurso de aproximadamente 45 minutos.

Após um descanso e muita água resolvemos encarar a trilha do Morro da Coroa e deixar o banho para o final, pois o sol já estava alto. A subida dessa vez foi mais desafiadora, mesmo assim o número de turistas subindo a trilha me surpreendeu. Alguns levando geladeiras portáteis naquela pirambeira! Lá no alto tinha até fila para fazer a famosa foto do pico do morro na pedra mais famosa. Só que na verdade existem inúmeras pedras que rendem uma boa foto!

Apesar do calor e da subida é uma trilha que recomendo em Floripa. Lembre-se de levar um cantil, um bom tênis, chapéu e sua câmera. Quanto mais cedo você começar melhor. Boa trilha!

Porém, essa é só uma das inúmeras maravilhas naturais que existem em Floripa. Já temos marcadas as datas para conferir as trilhas da Costa da Lagoa, da Praia da Galheta/Fortaleza da Barra, das Dunas da Lagoa da Conceição e da Praia do Gravatá. Será na Expedição Fotográfica Floripa, que acontecerá entre os dias 1º e 4 de maio. Você está super convidado! Essa viagem está confirmada e restam poucas vagas. Para conferir mais detalhes, clique aqui. Venha conosco conhecer os pontos mais fotogênicos dessa ilha mágica!

Festival de Fotografia Floripa na Foto

De 20 a 23 de março de 2019 aconteceu em Floripa a quinta edição do Festival Floripa na Foto. O evento buscou uma programação voltada para a fotografia como processo e reelaboração cultural humanizadora. Foram 15 exposições individuais e coletivas, 6 workshops, 10 palestras, lançamentos de livros, exibição de filmes e o Fórum Fotografia, Arte e Educação.

Este ano houve a participação de convidados renomados de todo Brasil e do exterior. Marcelo Greco, por exemplo, ministrou o workshop “Diários Fotográficos – Histórias pessoais em narrativas visuais” e discutiu o tema “Missões Fotográficas Francesas” na sua palestra. Outro convidado foi o fotógrafo Santiago Escobar-Jaramillo, da Colômbia, que ministrou o Workshop “Construção de Maquete de Fotolivro”, além de promover a palestra de abertura do Festival.

As atividades foram na sua maioria nas dependências do CIC Centro Integrado de Cultura, mas também houveram exposições em outros locais como Fundação Cultural BADESC, Museu Histórico de Santa Catarina, Centro Cultural da UFSC, etc. Duas exposições coletivas foram frutos de convocatórias: “Existiresistir” e “Vestiremos as cores que quisermos”. Tive a felicidade de ter duas fotografias da série “O Somsilêncio da Imagem” selecionadas para a primeira.

O evento foi organizado pela Duo Arte, NEFA Núcleo de Estudos em Fotografia e Arte, UDESC, CEART e LIFE Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores. Veja aqui a programação completa das exposições.

Expedição Fotográfica Floripa 2019

Floripa-20

Venha conhecer os segredos da Ilha da Magia!

A Ilha de Santa Catarina, porção insular de Floripa, guarda segredos que estão fora dos roteiros turísticos tradicionais. Nesta quinta Expedição Fotográfica Floripa, Zé Paiva irá levá-los pelas trilhas que garimpou em mais de 30 anos fotografando estas paisagens. São praias, costões, florestas, uma aldeia de pescadores que só se chega de barco, um engenho secular, entre outras atrações. Tudo isso temperado com o melhor da culinária regional, à base de frutos do mar fresquinhos. Para completar ficaremos hospedados na charmosa Praia Mole. Veja os detalhes abaixo:

A expedição fotográfica conta com a orientação fotográfica do experiente e premiado fotógrafo Zé Paiva que vai dar dicas sobre fotografias de paisagem, flora, macro e light painting, tudo na prática.

ITINERÁRIO DE VIAGEM – 1 a 4 /MAIO

Quarta-feira – 1 /Maio

14h00 – Check-in no Floripa Vacation Homes.

15h00 – Roda de conversa com Zé Paiva.

17h00 – Fotografia do pôr-do-sol nas margens da Lagoa da Conceição.

17h42 – Pôr-do-sol.

19h00 – Aula inaugural

20h30 – Jantar livre.


Quinta-feira – 2 /Maio

6h00 – Nascer do sol na Praia Mole.

7h30 – Café da manhã

8h30 – Saída em van para Lagoa da Conceição.

9h00 – Saída de barco do terminal lacustre da Lagoa da Conceição.

10h00 – Início da trilha da Costa da Lagoa. Passaremos por Engenho do Século XIX, casarão histórico da Dona Lóquinha, barcos de pesca, canoas de garapuvu e mata nativa.

13h00 – Almoço no final da trilha em restaurante de pescador e volta de barco para o terminal lacustre da Lagoa da Conceição. Retorno ao hotel.

16h30 – Saída para pôr-do-sol.

17h41 – Pôr-do-sol no Parque Estadual do Rio Vermelho.

20h30 – Jantar livre.


Sexta-feira – 3 /Maio

8h00 – Café da manhã

9h00 – Trilha Praia da Galheta – Fortaleza da Barra, passando por praias, costões, florestas e mirante.

13h00 – Almoço em restaurante típico nas margens do canal da Fortaleza da Barra.

16h00 – Saída em van para o pôr-do-sol no Parque das Dunas da Lagoa da Conceição.

17h40 – Pôr-do-sol

20h30 – Jantar livre.


Sábado – 4 /Maio

5h30 – Saída do hotel para trilha do Gravatá (incluído lanche de trilha).

6h40 – Nascer do sol na rampa de voo livre. Depois faremos o restante da trilha até a Ponta do Gravatá, passando por praia, costões e piscina natural.

12h00 – No retorno da trilha, descida até a Praia Mole para mergulho e almoço opcional em bar na praia.

* O itinerário acima está sujeito às condições climáticas.

** Fim dos nossos serviços

O que está incluído:

  • Acompanhamento e orientação fotográfica durante a viagem com Zé Paiva.
  • 3 noites de hospedagem em casas de aluguel de alto padrão em condomínio fechado de frente para a Praia Mole (cada casa tem 4 suítes com cama de casal). Café da manhã incluído.
  • Transfers para todas as atividades conforme roteiro.
  • Lanches de trilha em 4/maio.
  • Livro Expedição Natureza Tocantins autografado para os 6 primeiros inscritos!

O que não está incluído:

  • Passagens aéreas e transfer de chegada e partida de/para aeroporto.
  • Gorjetas, refeições, bebidas e telefonemas;
  • Equipamento fotográfico;
  • Seguros e demais serviços não mencionados.

Inscrições:

DESCONTO de 5% para os 6 primeiros inscritos!

Hospedagem em quarto duplo (cama de casal): R$ 1.448,00

Hospedagem em quarto individual (cama de casal): R$ 1.628,00

Forma de pagamento:

  • 15% na reserva;
  • 50% até 22/02;
  • 35% até 22/03.

Prazo para inscrições: 22/março/2019

Pagamentos somente por depósito bancário.

VAGAS LIMITADAS! Grupo máximo de 12 e mínimo de 6 pessoas.
Saída com grupo menor garantida mediante valor adicional – consulte-nos.

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Fotógrafo Zé Paiva

Trocou a engenharia pela fotografia em 1984 e desde então viaja pelos quatro cantos do mundo criando imagens. É pós graduado em fotografia pela UNIVALI. Já ensinou fotografia na ESPM, UDESC e FURB. Autor dos livros Expedição Natureza Catarina, Natureza Gaúcha e Natureza Tocantins. Suas fotos foram selecionadas para a coleção Pirelli MASP em 2009. Em 2012 recebeu o Prêmio Marc Ferrez da FUNARTE.

Contato:

Renata Asprino
E-mail: renata@braziltrails.com
Telefone: 48 3232 5747
WhatsApp: 48 99127 4558

Realização:
        


Política de cancelamentos:

Reservamo-nos o direito de cancelar o tour no caso de condições climáticas que possam interferir na segurança dos viajantes.

A desistência voluntária por parte do cliente antes da viagem deverá ser formalizada por escrito e enviado à renata@braziltrails.com.

  • Nesta situação, independente do prazo ou da antecedência, o valor referente à inscrição de 15% do valor total não será devolvido (valor para bloqueio de hotéis e demais reservas). Quanto aos valores restantes pagos:
  • Para cancelamentos solicitados até 60 dias antes do início da viagem efetuaremos a devolução de 85% do valor total;
  • Entre 59 e 40 dias do início da viagem: 50% do valor total;
  • Entre 39 e 31 dias do início da viagem: 35% do valor total;
  • A menos de 30 dias do início da viagem: sem devolução.
  • O não comparecimento na data, hora e local de apresentação determinados para o início do evento será considerado no-show, implicando na perda total do valor pago.
  • O passageiro que, por livre e espontânea vontade, se desligar do grupo durante a viagem ou trocar a hospedagem contratada, assumirá toda e qualquer despesa decorrente dessa atitude, sem o direito a reembolso.